quinta-feira, 4 de agosto de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Eu apoio o MST - professor Antonio Candido



Eu apoio o MST - Antonio Candido, professor e crítico literário

"Eu apoio o MST porque eu penso que a luta do MST é uma luta que pode levar a integração do último setor da sociedade brasileira que precisa ser integrado. A evolução histórica do Brasil mostra que primeiro se ocuparam da elite, no tempo do Império, por exemplo. Depois se ocuparam da classe média e do trabalhador urbano...e o trabalhador rural ficou de lado. Eu concordo com o Celso Furtado que o MST é o movimento social mais importante do Brasil no século XX, porque enquanto todos os segmentos da população brasileira não estiverem integrados na instrução e na consciência política não haverá democracia real no Brasil. Ao meu ver, a existência do MST e, sobretudo, o futuro do MST, são a condição para haver a real democracia no Brasil."

domingo, 17 de abril de 2011

Entrelinhas (programa da TV Cultura) - Especial Freud








"O Entrelinhas faz uma homenagem a um dos maiores gênios do século 20: Sigmund Freud, que morreu há 70 anos, no dia 23 de setembro. Esse programa especial, inteiramente dedicado ao criador da psicanálise, mostra como a literatura foi importante para a formulação das teorias freudianas sobre o inconsciente e como a psicanálise também influenciou escritores e artistas."

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Documentário "O Pasquim - a Subversão do Humor" (Produção: TV Câmara)











"Em 1969, ano particularmente duro no regime militar, surgiu no Rio de Janeiro "O Pasquim", tablóide que, com sua irreverência, humor e anarquia, daria uma nova roupagem e linguagem ao jornalismo brasileiro, uma forma mais coloquial à publicidade e causaria um forte abalo nos níveis da hipocrisia nacional. A TV Câmara conta no documentário "O Pasquim - a Subversão do Humor", através dos principais personagens desta história, como ele invadiu o Brasil, enfrentando a censura e a cadeia com o riso aberto, como se fosse mais uma das farras da turma de Ipanema. Em O Pasquim, Jaguar, Ziraldo, Sérgio Cabral, Luiz Carlos Maciel, Marta Alencar, Miguel Paiva, Claudius, Sérgio Augusto, Reinaldo, Hubert lembram como se escreveu esta página da nossa história e Angeli, Chico Caruso, Washington Olivetto e Zélio como ela foi determinante para as páginas seguintes. Ninguém ficou rico com a publicação, embora ela tenha vendido nos seus melhores tempos, entre 1969 e 1973, até 250 mil exemplares. Um volume acima do razoável, se lembrarmos que os jornais de tiragem nacional rodam hoje, mais de 30 anos depois, com toda a informatização, a facilidade de distribuição e as fortes campanhas de assinantes, cerca de 300 mil exemplares. A verdade é que o comportamento da chamada Patota do Pasquim era tão anárquico quanto o conteúdo do jornal. E o que ganharam gastaram entre prisão, brigas, festas e altas dosagens etílicas. Bem que os militares e a elite brasileira tentaram sufocá-lo diversas vezes e de formas variadas mas, quando conseguiram, ele já havia disseminado uma nova forma de comportamento nos meios de comunicação. Como diz Jaguar, a imprensa tirou o paletó e a gravata, ou, como diz Olivetto, passamos a escrever e nos comunicar com língua de gente, do povo."

sábado, 9 de abril de 2011

Entrelinhas (programa da TV Cultura) - Cinema e literatura

"Diretor de Macunaíma, Joaquim Pedro de Andrade tem uma filmografia com obras baseadas em textos de Oswald de Andrade, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade além do próprio Mário de Andrade. Ivan Marques analisa a relação do mais literário diretor do Cinema Novo com a tradição modernista brasileira."